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Mostrando postagens de Outubro, 2012

Crianças aprendem e pensam como cientistas

Crianças  em idade pré-escolar são capazes de tirar conclusões com base  em análises estatísticas. Elas também aprendem por experimentos individuais  e observação dos colegas. Essas são as características que levaram a pesqui- sadora Alison Gopnik, do Departamento de Psicologia da Universidade da Cali- fórnia em Berkeley, a concluir que os pequenos têm uma maneira de pensar e  aprender muito similar à dos cientistas. A constatação, que enfatiza a importância das experiências vividas pelas 
crianças de até 6 anos, pode ter implicações na maneira como se estrutura  o ensino infantil.  Para se chegar a esse resultado, publicado na última edição da revista  Science, Alison fez uma revisão de dezenas de pesquisas anteriores que  avaliaram os mecanismos de pensamento das crianças pequenas. Ela defende que as crianças, mais do que os adultos, são capazes de  propor teorias incomuns para resolver problemas. "Esse tipo de pensa- mento hipotético reflete sobre o que poderia acontecer, e não sobre…

Protesto em defesa dos índios traz cinco mil cruzes para o Congresso

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Organizador de protesto diz que cruz representa morte de povos indígenas.
Manifestação chama atenção para disputa de terras em Mato Grosso do Sul.

Cinco mil cruzes foram fincadas no gramado da Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso Nacional, nesta sexta-feira (19), em um ato em defesa dos povos indígenas. O Conselho de Psicologia, uma das entidades organizadoras do protesto, informou que os símbolos representam a morte do povo indígena. A manifestação busca chamar atenção para disputa de terras entre indígenas e fazendeiros, no estado do Mato Grosso do Sul.
Cinco mil cruzes espalhadas em frente ao Congresso Nacional (Foto: Maria Luiza Araújo/ Vc no G1)

A vice-presidente do Conselho Federal de Psicologia, Clara Goldman, disse que o protesto quer mostrar a situação dos indíos no Brasil. “Ato surge como um posicionamento para dar voz às injustiças que os povos indígenas sofrem”. Por G1 DF

Palco alternativo da CIENTEC apresenta programação cultural variada

A programação cultural da XVIII Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura (CIENTEC), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), visa promover a produção e a integração acadêmico-cultural, abarcando eventos artísticos, como apresentações e exposições, e suas discussões pedagógico-culturais vinculadas. Com isso, até a próxima sexta-feira, 26 de outubro, diversos espaços culturais na Universidade vão respirar cultura.
Na manhã desta quarta-feira, no palco alternativo – Pavilhão Cultural, localizado na Praça Cívica do Campus da UFRN, escolas da rede pública do estado e dos municípios nos quais o Projeto Trilhas Potiguares da UFRN realizou intervenção, apresentaram diversas atrações culturais que vão desde danças folclóricas até artes marciais. 
A Banda Marcial da Escola Estadual Jean Mermoz realizou um cortejo pela CIENTEC, chamando atenção de todos os visitantes, e às 10h a escola apresentou um recital com a orquestra.
À tarde, haverá apresentação de Hip Hop pela Escola Estadual …

UnA-SUS oferece cursos gratuitos à distância

Cursos autoinstrucionais estão disponíveis para qualquer profissional da área de saúde. Já as especializações são destinadas aos trabalhadores do SUS
Profissionais da área de saúde podem aprimorar seus conhecimentos gratuitamente, por meio da Universidade Aberta do SUS (UnA-SUS), uma rede de instituições de ensino que oferece educação continuada on-line. A plataforma disponibiliza cursos autoinstrucionais a qualquer trabalhador da área, além de programas de especialização, aperfeiçoamento, extensão e atualização a profissionais do SUS. Todos os cursos são gratuitos, e realizados à distância.
Atualmente, dois cursos de autoaprendizagem estão disponíveis – um deles é voltado para o controle de tuberculose, e o outro aborda o manejo clínico de pacientes com dengue. As aulas podem ser acessadas por profissionais de 16 áreas da saúde registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), e disponibiliza certificado on-line para os que cumprirem os requisitos de conclusão do…

MEC anuncia parceria com Conselho Federal de Psicologia para combater violência nas escolas

Para enfrentar a violência nas escolas brasileiras, o Ministério da Educação assinou hoje (20) uma parceria com o Conselho Federal de Psicologia. A parceria prevê um estudo sobre violência nas escolas, elaboração de materiais didáticos e formação de professores para o combate à violência no ambiente escolar. De acordo com o ministro Aloizio Mercadante, oito universidades também vão colaborar com o projeto. Entre os temas que serão trabalhados dentro das escolas estão enfrentamento às drogas, gravidez precoce, homofobia, racismo, discriminação, bullying e bullying eletrônico (feito por meio das redes sociais). “Temos estimado em torno de 8 mil jovens, meninos e meninas, que voltam para casa com todo tipo de constrangimento e que muitas vezes são vítimas de bullying na escola. Precisamos tratar esses temas com responsabilidade e cuidado, mas enfrentá-los no sentido de respeito à diversidade, ao outro, a valores como os direitos humanos. Os professores e alunos também precisam aprender a s…

Autoavaliação e mudanças de atitudes reduzem em 80% violência na escola

A partir da autoavaliação sobre o comportamentos e mudanças de atitudes levaram a comunidade escolar da unidade estadual Professora Maria Hermínia Alves, no bairro CPA 4, a reduzir em aproximadamente 80% a violência registrada na escola, nos últimos cinco anos (2007/2012). A unidade inclusa entre as 20 mais violentas de Cuiabá, pela Unesco, em 2006, reverteu das 177 ocorrências registradas inicialmente para 40 casos mês. “A informação de que estávamos entre as escolas mais violentas da Capital foi um choque para a equipe técnica e pedagógica”, destaca a diretora da unidade, Hélia Ormond. O entendimento sobre a violência era de que ela era externa ao ambiente. Com apoio de especialistas da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) participaram de um projeto de autoavaliação, que resultou na percepção de quanto toda a comunidade escolar era violenta. O diagnóstico gerou a reavaliação necessária para as mudanças de conceitos, levando o coletivo escolar a promover atitudes que rever…

É possível tratar depressão sem fármacos, conclui estudo

Os resultados preliminares de um estudo que está a ser desenvolvido por um grupo de investigadores portugueses mostra que é possível tratar a depressão ligeira a moderada sem fármacos, recorrendo apenas à psicoterapia.

O estudo, a que a Lusa teve hoje acesso, arrancou em março de 2011 e terá uma duração de três anos. Os resultados correspondentes ao primeiro ano de investigação demonstram uma taxa de sucesso na ordem dos «80 por cento» nas pessoas que completam o tratamento.

O trabalho está a ser desenvolvido pela Unidade de Investigação em Psicologia e Desenvolvimento Humano (UNIDEP) do Instituto Superior da Maia (ISMAI), em colaboração com o Centro de Investigação em Psicologia da Universidade de Coimbra (o CINEICC) e envolveu, até ao momento, o acompanhamento de 37 pessoas, mas o objetivo é atingir as 70.

«Os dados obtidos neste primeiro ano de investigação apresentam uma taxa de sucesso na ordem dos 80 por cento nas pessoas que completam o tratamento e entre 62 a 67 por cento quando …