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Mostrando postagens de Novembro, 2012

Maior pesquisa do País sobre bullying e violência escolar encerra-se nesta sexta-feira

Pesquisa avalia o bullying entre os jovens antes e depois do Projeto Tosco em Ação Encerra-se nesta sexta-feira, 30, o prazo para alunos e professores da Rede Estadual de Educação de Santa Catarina responderem à segunda fase da pesquisa que aborda o bullying  e a violência nas escolas e em seu entorno. Até o momento, 4.437 alunos e 353 professores do Estado já responderam ao questionário. Suelen Librelotto Sirugi, psicóloga e coordenadora de Pesquisas da Editora Alvorada, explica que é importante obter um número alto de participantes, pois assim “é possível obter um resultado em que se possa confiar, ou seja, podemos observar a realidade escolar não como a imaginamos e sim sob a ótica de quem a vivencia diariamente, que são os alunos, professores e em breve pais e comunidade. Analisados estes números, poderão ser articuladas novas estratégias que visem sanar possíveis problemas cotidianos”. A pesquisa “Violência nas Escolas: Dados Norteadores” faz parte do projeto ‘Tosco em Açã

Congresso de Psicologia diferencia conceitos de violência escolar e de "bullying"

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Um professor da Universidade de Évora (UE), Vítor Franco, garantiu hoje que "nem tudo" o que é violência escolar pode ser encarado como "bullying", defendendo a necessidade de clarificar os dois conceitos. "Muitas vezes, o termo ‘bullying’ é mal usado. Este é um tipo de violência que envolve uma espécie de perseguição", esclareceu o especialista. Os dois conceitos vão ser debatidos em Évora no “XV Congresso Internacional da Associação de Psicologia da Infância e Adolescência” (INFAD), que arrancou hoje e termina sábado, subordinado ao tema "Psicologia e Relações Interpessoais no Ciclo de Vida". O congresso, segundo Vítor Franco, presidente da comissão organizadora, dedica parte das comunicações dos quatro dias às "relações interpessoais no contexto escolar", abordando casos recentes de violência escolar, à luz da psicologia. "Violência escolar e bullying: novos riscos e novos desafios de intervenção" é um dos temas em

Leila Mariano: 'A violência escolar aumentou'

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 Nos últimos anos, a violência escolar virou caso de polícia e os conflitos foram  parar nos tribunais de Justiça. Para tentar reduzir a enxurrada de ações judiciais,  especialmente, as que envolvem situações de bullying, a desembargadora do  TJ Leila Mariano criou, no ano passado, um curso de Mediação Escolar para  pais e educadores na Escola da Magistratura do Estado do Rio (Emerj).  A iniciativa rendeu a ela Menção Honrosa no Prêmio Innovare, que reconhece  ações para melhorar as relações em sociedade. A ideia está dando certo.  Pelas salas de aula, já passaram mais de 200 educadores. “Hoje há uma  intolerância generalizada. Precisamos resolver os conflitos conversando  dentro da escola”, ensina. Foto : Uanderson Fernandes / Agência O Dia O DIA: Como surgiu a ideia de oferecer um curso de mediação de conflitos escolares? LEILA: — Depois da tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira, que  resultou na morte de 12 estudantes por um atirador, que foi vít

CCHLA tem sete dos 54 projetos aprovados pela UFRN junto ao CNPq

O Centro de Ciências Humanas Letras e Artes (CCHLA) tem sete projetos de pesquisa aprovados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento tecnológico (CNPQ). No total, a UFRN aprovou 54 projetos, segundo a lista divulgada pelo CNPq. Entre os pesquisadores contemplados está a cientista social Berenice Bento. A docente desenvolve o projeto que tem como título “Gênero: uma categoria médica ou cultural?”. O projeto propõe acompanhar e analisar os discursos contemporâneos que apontam a identidade de gênero como transtornos ou expressões identitárias. Os debates acontecem no contexto das revisões do Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (DSM-IV) e do código de Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados (CID). A professora Berenice Bento desenvolve o projeto há dois anos, contando com o trabalho de dois alunos bolsistas da própria UFRN. Ao falar sobre a aprovação do projeto junto ao CNPq, a professora disse que o fato é motivo de comemoraç

Guaranis-Kaiowás têm saúde mental extremamente vulnerável, diz especialista

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Segundo Pedro Paulo Bicalho, do Conselho Federal de Psicologia, essas populações estão angustiadas e em pânico permanente, o que compromete a sua saúde física e mental Guaranis-Kaiowás vivem em pânico e estresse permanente pelas ameaças de despejo, o que afetam sua saúde (Cimi/MS) São Paulo – Organizada pelo Tribunal Popular da Terra, com a participação de representantes de diversas entidades, entre elas o Conselho Federal de Psicologia (CFP), uma expedição percorreu, em janeiro passado, uma faixa que vai da região da Grande Dourados até a divisa com o Paraguai, no Mato Grosso do Sul, onde vivem indígenas Guaranis-Kaiowás. “Nosso objetivo era dar mais visibilidade a todas as violações dos direitos humanos que ocorrem com essa população, sem perder de vista também aspectos de saúde”, diz o coordenador da Comissão Nacional de Direitos Humanos do CFP, psicólogo Pedro Paulo Bicalho, que integrou a comitiva. Na entrevista a seguir, ele fala sobre a grave situação nas aldeias. O

Projeto Diálogo com Teatro inicia 3ª turma

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Quarenta professores aprendem a usar o teatro como ferramenta  pedagógica para debater violência escolar O Sou da Paz iniciou no dia 26 de setembro a 3ª turma do Projeto Diálogo  com Teatro, que capacita educadores a usar a linguagem teatral para  trabalhar temas como cultura de paz e prevenção da violência nas escolas.  O grupo é formado por 40 professores que atuam em bairros periféricos  da zona sul de São Paulo, como Capão Redondo, Campo Limpo e  Parque Regina. As aulas ocorrem uma vez por semana na Diretoria Regional de Ensino Sul II,  são gratuitas e vão até 28 de novembro. Ao final do projeto, os alunos desses  educadores apresentarão diversas cenas teatrais sobre violência escolar. O Diálogo com Teatro é financiado pelo Fundo Comgás de Patrocínio  Sociocultural e é realizado em parceria com a Secretaria de Educação  do Estado de São Paulo. Por Instituto Sou da Paz.

Ministério da Saúde envia mais de 5,7 milhões de Carta SUS Iniciativa permite que usuários avaliem o atendimento e os serviços prestados nos hospitais da rede pública ou unidades conveniadas

Desde janeiro de 2012, já foram enviadas 5,7 milhões de Cartas SUS para todo o país, permitindo aos pacientes conferir o valor do procedimento realizado e, ainda, fazer críticas ou elogios ao atendimento recebido. A Carta SUS é a correspondência enviada pelo Ministério da Saúde aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) para avaliação do atendimento e dos serviços prestados nos hospitais da rede pública e nas unidades conveniadas. Lançada em novembro de 2011, essa iniciativa aprimora os mecanismos de comunicação direta com o cidadão para melhorar o atendimento e ampliar a transparência do SUS, reforçando o controle contra o desperdício de recursos com a colaboração da população.   Ao receber a carta, é fundamental que a população confira se as informações estão corretas e, caso haja irregularidade, faça uma denúncia na Ouvidoria Geral do SUS ( www.saude.gov.br/ouvidoria ). Todas as manifestações registradas são categorizadas e encaminhadas para instâncias governamentais, nas tr

Nova norma simplifica assistência social nos municípios

Proposta de atualização da NOB-Suas  foi debatida por cerca de 700 pessoas em evento em Vitória   Vitória, 6 –  Facilitar e ampliar o acesso da população mais pobre aos equipamentos e serviços da assistência social. Com esse objetivo, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) apresentou proposta de atualização da Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social (NOB-Suas), que está sendo debatida nesta terça-feira (6), na 2ª Reunião Ampliada e Descentralizada do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), no Centro de Convenções de Vitória. Na avaliação da presidenta do CNAS, Luziele Tapajós, a expectativa é grande. "O novo texto da NOB-Suas derrubou barreiras de burocratização, em especial as questões sobre o cofinanciamento dos equipamentos e serviços, com o objetivo de dar mais autonomia aos municípios e oferecer aos usuários uma assistência social mais clara, objetiva e eficaz”, disse. "Com o novo desenho da norma, usuários e g