Projeto de Cuidados Paliativos é lançado e beneficiará hospitais públicos do RN

Os últimos momentos de vida de uma pessoa não precisam ser dolorosos ou mesmo angustiantes. É possível prestar uma atenção qualificada a ponto de proporcionar ao doente chegar a finitude da vida bem acolhido e, principalmente, com conforto. É com este ideal que o Projeto de Cuidados Paliativos foi lançado na terça-feira (27), às14h30, no auditório do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG). Entre as autoridades presentes, estiveram o secretário estadual da Saúde Pública, George Antunes de Oliveira, a secretária adjunta da Sesap, Hélida Maria Bezerra, a chefe de gabinete da Sesap, Romy Christine Nunes S. Costa, a diretora geral do HMWG, Maria de Fátima Pereira Pinheiro e o coordenador estadual do Projeto de Cuidados Paliativos e um dos primeiros paliativistas do Estado, Rodrigo Vilar Furtado.
Segundo Rodrigo, cuidados paliativos ainda é uma área nova no Brasil, com menos de 10 anos de atuação na saúde do país. “É uma especialidade da medicina que enxerga o paciente de uma forma mais global, do ponto de vista não só clínico, mas, biográfico, emocional, social e humano”.
O HMWG foi a primeira unidade da saúde pública estadual onde a iniciativa foi implantada. Desde que teve início, há 45 dias, o projeto já assistiu a sete pacientes com os cuidados paliativos, sendo: três em Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), uma no corredor, duas através do Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD) e uma no setor de politrauma.
Durante a apresentação , o secretário George Antunes se mostrou satisfeito com as metas do Projeto e disse que “esses cuidados são importantes para toda a população do RN que é assistida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É um serviço que estava faltando em nosso estado. É importante inclusive para melhorar a continuidade da assistência que prestamos, principalmente nessa fase delicada da vida desses pacientes”. 
Furtado esclarece que, apesar de ter sido o primeiro escolhido para o início do Projeto, o Walfredo Gurgel não será a única unidade beneficiada. “A partir de 2017 estaremos nos principais hospitais da rede estadual e vamos passar, em média, três meses em cada um para explicar como funciona, executar o Projeto e preparar as equipes”, diz.




Por Marcelo Soares/ ASCOM/HMWG

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